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25.000 pessoas visitam estande da Sanepar na Expoingá

12/05/2011

O estande da Sanepar é um dos mais visitados na 39.ª Exposição Agropecuária e Industrial de Maringá (Expoingá). Desde o início da Feira, no dia 5, cerca de 25 mil pessoas já passaram pela nova “Trilha dos Sentidos” instalada no estande da Sanepar e conheceram um pouco mais sobre os serviços e obras da empresa em Maringá.

Uma das atrações desta edição da Expoingá, a “Trilha dos Sentidos” é composta por três espaços. No primeiro, é apresentado um deserto quase sem vida, alertando as pessoas para a importância de preservar a água. No segundo espaço está a floresta, que destaca a exuberância da natureza, por meio de plantas, água e sons de pássaros e outros animais.

A interatividade aparece no último ambiente, com a projeção de um rio com água cristalina e repleto de peixes. Nele, os visitantes brincam com a água e com os peixes, de forma virtual. “Neste espaço queremos mostrar o que pode acontecer se não preservarmos o meio ambiente. Já imaginou conhecer no futuro um rio preservado e sem contaminação apenas por imagens?”, questiona o gerente regional da Sanepar, Valteir Galdino.

Outra atração do estande da empresa é o Dr. Água, personagem que comanda um jogo de perguntas e respostas com temas ambientais. Ele relata que o trabalho de educação ambiental que vem fazendo durante a Expoingá tem sido surpreendente. “As pessoas que participam do jogo têm demonstrado muito conhecimento sobre o que devem fazer para preservar o meio ambiente. E aquelas que não sabem saem daqui com dicas importantes para mudar suas atitudes para respeitar a nossa Mãe Natureza”, explica Dr. Água.

Educação ambiental em família

A família Brito aproveitou o passeio pela Expoingá para conhecer o estande da Sanepar. Eles são moradores do Parque das Laranjeiras, em Maringá, e se disseram impressionados com a “Trilha dos Sentidos”. “Achei os espaços muito interessantes. Dá um pouco de medo ver o que pode acontecer se não preservarmos a água e o meio ambiente. A trilha mostra, para nós e para as crianças, que devemos agir agora para evitar que a natureza acabe”, alerta Gislaine Martins Brito.



 

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