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Em Londrina, educação ambiental começa na escola

12/06/2017

Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, estudantes participam de atividades socioambientais

Estudantes do 5º ano da Escola Municipal Maria Carmelita Vilela Magalhães, de Londrina, participaram nesta segunda-feira (12) de atividades de educação ambiental promovidas pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho.
Os 75 alunos foram divididos em turmas que percorreram atividades recreativas com conteúdos de preservação ambiental. Numa estação, os alunos participaram de gincana com o tema da separação de lixo. Em outra, montaram um quebra-cabeça gigante que compunha o desenho de uma cidade com o meio ambiente preservado. E, numa terceira, os alunos aprenderam a fazer teste de qualidade da água, observando características como cor, odor, pH, temperatura e outros.
Os temas já fazem parte da grade curricular. “Trabalhar esses conteúdos com as crianças é fundamental para o nosso futuro. Se hoje existem adultos sem essa consciência é porque não aprenderam isso ainda. Espero que com este aprendizado as crianças tenham atitudes diferentes no mundo”, disse a supervisora escolar Franciele Souza de Medeiros Azevedo.
Júlia Fernandes de Pinho, 9 anos, gostou das atividades. “Ajuda a gente a aprender que não pode jogar lixo na rua porque vai para o rio. E esta água volta pra gente mesmo”, disse.  Giovanna Guedes, 11 anos, considerou bem legal a proposta. “Se desperdiçarmos água ou jogarmos lixo na rua, não teremos água no futuro”. Augusto Lampars Silva, 11 anos, gostou das brincadeiras. “Temos que jogar o lixo no lixo e reciclar.”
A gestora de educação socioambiental da Sanepar, Sandra Tonini destaca que essas atividades visam a sensibilização da comunidade que deve ser parceira nas ações de conservação dos recursos hídricos. “A Sanepar tem uma extensa agenda com atividades em escolas, clubes de serviços e outras instituições para que haja cada vez mais multiplicadores dessas ações de preservação”, conclui.

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