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Sanepar prepara equipe para atuar na Operação Verão

19/12/2017

Agentes socioambientais a serviço da empresa vão atender veranistas e moradores nas praias do Paraná

Nas principais praias de Matinhos, Pontal do Paraná e Guaratuba, 70 agentes socioambientais a serviço da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) vão atender veranistas e moradores no Projeto Chuá, durante a Operação Verão Paraná 2017/2018.

O Projeto Chuá tem o objetivo de melhorar as condições das praias e proporcionar mais conforto aos banhistas. Para isso, 55 duchas ecológicas estarão instaladas em dez pontos fixos de atendimento e em outros dois itinerantes, do dia 21 de dezembro até o dia 18 de fevereiro.

Outro projeto, o Praia Acessível, que também integra o Chuá, disponibiliza cadeiras anfíbias para pessoas com deficiência. As cadeiras têm rodas especiais e material resistente, que permitem o deslocamento das pessoas da areia até o mar. Esse projeto é desenvolvido em parceria com a Secretaria Estadual da Família e Desenvolvimento Social.

Nos pontos de atendimento da Sanepar nas praias, os agentes socioambientais darão assistência aos usuários e vão conversar sobre questões relativas à sustentabilidade. Esses agentes foram capacitados por profissionais da Companhia, nos dias 15 e 18 de dezembro, em Matinhos, a fim de prestar um bom atendimento à população.

“É papel dos agentes socioambientais fazer a interlocução com os banhistas, informando sobre os serviços de saneamento e os cuidados que todos devem ter com as praias e o local em que transitam e alertando a população para que faça o melhor uso possível dos serviços disponíveis”, diz a gestora socioambiental da Sanepar, Roselis Presznhuk.

No treinamento, os agentes receberam informações sobre a conduta profissional e os serviços prestados pela Sanepar, com ênfase no uso consciente da água, na correta utilização da rede coletora de esgoto e destinação de resíduos sólidos.

Parte do treinamento também foi dedicada ao atendimento às pessoas com deficiência. “Repassamos informações básicas para que os agentes façam um atendimento inclusivo e para que não cometam práticas de preconceito ou discriminação, o que é comum quando não se tem informações sobre o mundo das pessoas com deficiência”, explicou Flávia Bandeira Cordeiro, responsável pelo setor de Política da Pessoa com Deficiência, Secretaria da Família e Desenvolvimento Social do Paraná.

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